Porque é mais seguro estar em casa que no bar!
O bar tem além de cerveja geladinha, boys magia negra, as "inimiga", batata frita com bacon e o perigo de perder várias coisas como o celular, a blusa, o cartão de crédito e a dignidade.
No bar podem te chamar para ir para uma festa!
Porque é mais seguro ficar em casa do que ir à festa!
Na festa vai ter chopp geladinho, boy magia negra, amigas (ainda bem!), barro, funk, lembrando que quando toca funk a treta quer ir até o chão, chão, chão, chão, chão, chão! Correndo sérios riscos de acordar com "aquela" ressaca moral!
Domingão chegou? Game of Thronnes é seeempre a melhor escolha, não vá pra rua.
Porque é mais seguro estar em casa do que na rua!
Na rua há perigos ocultos em forma de diversões, boys magia negra, e você corre o risco de escorregar, de cruzar com o ex (magia negra também, óbvio), fazer gordice tipo ir pegar "Minions" fritos gordurosos de graça no Mac Donald´s, e passar mal depois, e dormir tarde e acordar pensando: Porque não fiquei em casa de pijama assistindo Game of Thronnes????
quarta-feira, 26 de agosto de 2015
domingo, 16 de agosto de 2015
A Treta Ja Teve uma Banda Banda Rock And Roll Baby! SQN!!
Pois é, tive uma banda de rock na adolescência. ou pelo menos era essa a pretensão. Porque o pequeno "detalhe" nessa história é que as musicistas da banda em questão (sim era uma banda formada só por mulheres!), não sabiam tocar nenhum instrumento musical.
Ta, a tecladista estudava piano clássico, vá la, e a guitarrista tinha acabado de ganhar uma yamaha mais ou menos e fazia aulas de violão. Mas ouvir ela tocar era no mínimo engraçado, pra não citar o desespero! Era mais ou menos assim: blém, blém, blém, nos acordes e de repente ela parava e falava: Errei! Perai! E blém blém blém: Peraí, errei, pera. Blém: Peraí...
Ou seja, conseguir tocar uma música inteira era praticamente ganhar na loteria!
A baterista só tinha a baqueta e a pretensão de aprender a tirar um som. Outro detalhe relevante na questão, cade a bateria? Então, ela não existia. A baixista ta, digamos que uns: dom, dom, dom, dom saia. Mas só saia esse mesmo dom, dom, dom, dom, mesmo.
E por fim eu, a vocalista! Eeeeeeeu!!! A vocalista??? Desde quando Deus da asa pra cobra? Tenho gogó de cantora não, fazer o que? Com relação a isso o universo não me presenteou. Mas eu ERA e no mínimo me esforçava na performance! Imaginem...
Nome da banda: The Witches! As bruxas! Só faltava mesmo a vassoura pra voar! Mas sobrava imaginação! The Witches porque estávamos em uma fase meio gótica e esotérica.William Blake, Aldous Huxley, Jim Morrison e "as portas da percepção". Que não foram abertas não é mesmo? Já que, porque? Pra que uma banda dessas sem noção?
Mas o mais genial eram as letras: Criatividade era fato, a falta dela também! Estavámos mesmo fadadas ao inevitável fracasso.
Enfim, a banda não decolou, como vocês podem imaginar, tivemos alguns ensaios em que nada ornava com nada e no fim era só roda de fumaça de cigarro e voz desafinada. pra dizer que foi ensaio da banda, porque "cara", ter uma banda só de mulheres na adolescência e ensaiar na garagem era muuuito legal!E vou dizer, era mesmo, nos divertíamos horrores e hoje acho que fomos um sucesso, o sucesso do fracasso da banda que nunca existiu, que com o perdão da palavra, puta que o pariu era um arraso! Vou finalizar lançando a letra em primeira mão de um dos maiores sucessos da The Witches! É de chorar! (de rir lógico)!!!
Adolescentes Rebeldes
(The Witches)
Tem gente grande que não sabe o quer
(tem gente grande que não sabe o que quer)
Eu sou criança e estou aqui chupando o pé
(eu sou criança e estou aqui chupando pé)
Nós somos jovens decentes (uuuuuul)
Não somos jovens dementes
Deixa eu governar esse país
(deixa eu governas esse país)
Quando entrarmos no Planalto Central
Derrubaremos as leis de um planalto formal
Ajudaremos todos nossos irmãos
(Ajudaremos todos nossos irmãos)
Punks, Hippies, metaleiros, jovens roqueiros
Surfistas, anarquistas, radicalistas
Skatistas, socialistas, jovens sambistas?
Refrão:
Adolescentes Rebeldes
Adolescentes Rebeldes
Nas ruas
Nas ruas
Nas ruas
Nas ruas
Nas ruas
Sem mais... hahahaha!
Ta, a tecladista estudava piano clássico, vá la, e a guitarrista tinha acabado de ganhar uma yamaha mais ou menos e fazia aulas de violão. Mas ouvir ela tocar era no mínimo engraçado, pra não citar o desespero! Era mais ou menos assim: blém, blém, blém, nos acordes e de repente ela parava e falava: Errei! Perai! E blém blém blém: Peraí, errei, pera. Blém: Peraí...
Ou seja, conseguir tocar uma música inteira era praticamente ganhar na loteria!
A baterista só tinha a baqueta e a pretensão de aprender a tirar um som. Outro detalhe relevante na questão, cade a bateria? Então, ela não existia. A baixista ta, digamos que uns: dom, dom, dom, dom saia. Mas só saia esse mesmo dom, dom, dom, dom, mesmo.
E por fim eu, a vocalista! Eeeeeeeu!!! A vocalista??? Desde quando Deus da asa pra cobra? Tenho gogó de cantora não, fazer o que? Com relação a isso o universo não me presenteou. Mas eu ERA e no mínimo me esforçava na performance! Imaginem...
Nome da banda: The Witches! As bruxas! Só faltava mesmo a vassoura pra voar! Mas sobrava imaginação! The Witches porque estávamos em uma fase meio gótica e esotérica.William Blake, Aldous Huxley, Jim Morrison e "as portas da percepção". Que não foram abertas não é mesmo? Já que, porque? Pra que uma banda dessas sem noção?
Mas o mais genial eram as letras: Criatividade era fato, a falta dela também! Estavámos mesmo fadadas ao inevitável fracasso.
Enfim, a banda não decolou, como vocês podem imaginar, tivemos alguns ensaios em que nada ornava com nada e no fim era só roda de fumaça de cigarro e voz desafinada. pra dizer que foi ensaio da banda, porque "cara", ter uma banda só de mulheres na adolescência e ensaiar na garagem era muuuito legal!E vou dizer, era mesmo, nos divertíamos horrores e hoje acho que fomos um sucesso, o sucesso do fracasso da banda que nunca existiu, que com o perdão da palavra, puta que o pariu era um arraso! Vou finalizar lançando a letra em primeira mão de um dos maiores sucessos da The Witches! É de chorar! (de rir lógico)!!!
Adolescentes Rebeldes
(The Witches)
Tem gente grande que não sabe o quer
(tem gente grande que não sabe o que quer)
Eu sou criança e estou aqui chupando o pé
(eu sou criança e estou aqui chupando pé)
Nós somos jovens decentes (uuuuuul)
Não somos jovens dementes
Deixa eu governar esse país
(deixa eu governas esse país)
Quando entrarmos no Planalto Central
Derrubaremos as leis de um planalto formal
Ajudaremos todos nossos irmãos
(Ajudaremos todos nossos irmãos)
Punks, Hippies, metaleiros, jovens roqueiros
Surfistas, anarquistas, radicalistas
Skatistas, socialistas, jovens sambistas?
Refrão:
Adolescentes Rebeldes
Adolescentes Rebeldes
Nas ruas
Nas ruas
Nas ruas
Nas ruas
Nas ruas
Sem mais... hahahaha!
sábado, 15 de agosto de 2015
E a Treta Finalmente Desistiu do Amor!
Na pieguice dos meus versos
Descobri desejos vagos e tão comuns a olhos nús
Tive o tão sonhado namorado do meu lado
De cabelo entrelaçado
De mãos dadas com o vento
Ao léu
Seu céu
Meu pensamento...
Meu namorado (coitado!)
Não sabia e que não saiba
Que por ele era capaz de quase tudo e mais um pouco
Há! Que ironia a que a vida me destina
Se quase tudo é quase nada se não era pra ser sua namorada...
E assim ele se foi
Agora se foi...
Hoje na cama da Adriana moram sonhos
E a algumas lágrimas não serão em vão
Boa sorte namorado!
O seu destino está traçado
Pena não ser do meu lado
a embalar seu coração...
Descobri desejos vagos e tão comuns a olhos nús
Tive o tão sonhado namorado do meu lado
De cabelo entrelaçado
De mãos dadas com o vento
Ao léu
Seu céu
Meu pensamento...
Meu namorado (coitado!)
Não sabia e que não saiba
Que por ele era capaz de quase tudo e mais um pouco
Há! Que ironia a que a vida me destina
Se quase tudo é quase nada se não era pra ser sua namorada...
E assim ele se foi
Agora se foi...
Hoje na cama da Adriana moram sonhos
E a algumas lágrimas não serão em vão
Boa sorte namorado!
O seu destino está traçado
Pena não ser do meu lado
a embalar seu coração...
quinta-feira, 13 de agosto de 2015
Inspirada em uma canção
Vivo tudo tão intensamente que parei para pensar na semente
Que me leva tanto a esse agir
E percebi tão logo e de repente
Que não há o que defina tudo o que está por vir
Não controlamos o destino
Nós só cantamos o hino que aparece na TV
Cantamos porque somos idiotas
Controlados
Patriotas que vai na onda do que se precisa ter.
Com a mão no peito e orgulhosos
Muito menos o que estamos a sentir
Mentirosos, pensando num todo tolo que nunca foi razão
No individual essa unidade é desigual
E sem presença distinta em descrição
No individual posso dizer de min
Assim, vou dizer muito mais sim a dizer não
Já fui bailarina e empresária
Jornalista e nunca proprietária do que deveria ser
Não me apropriei do que podia
Talvez porque não sabia o que viria a acontecer.
Mas nós não sabemos tudo e quase nada
E quase tudo é quase nada se não era pra ser sua namorada
Porque sou movida por hormônios
Que me trazem esses demônios sempre a me atormentar
Mas ele não existiria
Porque no fundo já sabia que tenho a minha vida a me bastar
Já se foram os meus 20 anos
E hoje sei que os meus planos nãos quero mais ver naufragar
Não quero mais ser aquela
Que espera na janela o cavalo branco a prantear
Não quero ser a esquisita
A que as vezes grita
Não me deixem ver aquilo em que acredito deixar de acreditar.
Quero tão somente
Ser mulher, inteligente
Ou a burra intermitente que não sabe mais o que fazer
Quero que o melhor me aconteça
E que seja a sentença
E que seja a minha crença do que ainda posso ser
Quero que o mostro só desapareça
Que eu só deseje aquilo o que sempre desejei
Ou que tudo mude na roda da fortuna
No que se ajeita no perigo do que nunca esperei
Pois quem sabe um dia
A psicologia me explique realmente
O que a gente sente?
A incerteza vai fazer pirraça,
E eu vou ser a a trapaça do futuro que não sei.
Quero ir pra lua, ver neve, estar na rua
O que nunca acreditei
CCQue só sendo ser humano para entender o que nem sei
Como estou me inspirando hoje
Em uma descoberta semântica e canção
Pode ser que seja fantasia
Que nuca saberia
O dia em que o sim quer dizer não
Quero tudo seja colorido
Mas vejo acato e não indeferido
Vejo mais sim no dizer não
É o que hoje me inspira
é tão somente essa canção
Que me leva tanto a esse agir
E percebi tão logo e de repente
Que não há o que defina tudo o que está por vir
Não controlamos o destino
Nós só cantamos o hino que aparece na TV
Cantamos porque somos idiotas
Controlados
Patriotas que vai na onda do que se precisa ter.
Com a mão no peito e orgulhosos
Muito menos o que estamos a sentir
Mentirosos, pensando num todo tolo que nunca foi razão
No individual essa unidade é desigual
E sem presença distinta em descrição
No individual posso dizer de min
Assim, vou dizer muito mais sim a dizer não
Já fui bailarina e empresária
Jornalista e nunca proprietária do que deveria ser
Não me apropriei do que podia
Talvez porque não sabia o que viria a acontecer.
Mas nós não sabemos tudo e quase nada
E quase tudo é quase nada se não era pra ser sua namorada
Porque sou movida por hormônios
Que me trazem esses demônios sempre a me atormentar
Mas ele não existiria
Porque no fundo já sabia que tenho a minha vida a me bastar
Já se foram os meus 20 anos
E hoje sei que os meus planos nãos quero mais ver naufragar
Não quero mais ser aquela
Que espera na janela o cavalo branco a prantear
Não quero ser a esquisita
A que as vezes grita
Não me deixem ver aquilo em que acredito deixar de acreditar.
Quero tão somente
Ser mulher, inteligente
Ou a burra intermitente que não sabe mais o que fazer
Quero que o melhor me aconteça
E que seja a sentença
E que seja a minha crença do que ainda posso ser
Quero que o mostro só desapareça
Que eu só deseje aquilo o que sempre desejei
Ou que tudo mude na roda da fortuna
No que se ajeita no perigo do que nunca esperei
Pois quem sabe um dia
A psicologia me explique realmente
O que a gente sente?
A incerteza vai fazer pirraça,
E eu vou ser a a trapaça do futuro que não sei.
Quero ir pra lua, ver neve, estar na rua
O que nunca acreditei
CCQue só sendo ser humano para entender o que nem sei
Como estou me inspirando hoje
Em uma descoberta semântica e canção
Pode ser que seja fantasia
Que nuca saberia
O dia em que o sim quer dizer não
Quero tudo seja colorido
Mas vejo acato e não indeferido
Vejo mais sim no dizer não
É o que hoje me inspira
é tão somente essa canção
quinta-feira, 6 de agosto de 2015
Quais são as Opções?
Quais são as opções? Quais são as chances de mudar a lente da visão para deixa-la um pouco mais colorida, quais são as opções para que se tenha de volta aquela esperança inexplicável da juventude.
Ah, quanta saudade eu sinto dela, da juventude. Da sensação de que tudo ainda era possível. Que pena...
Quanto lamento, pois eu não sabia, que envelhecer é bom também, mas é perder aquele tantinho de sonho, é ver aparecer as marcas, no rosto, na pele, nas expressões e na alma.
Se ver em uma encruzilhada, não saber mais ao que pertence, não ter mais sua antiga"panelinha", mesmo tendo agora tantas e tão diversas, mas ainda assim distante de tudo o que sinto agora. Não estou cá, não estou lá, não fiz as escolhas certas, ou as fiz e as deixei agonizando sofridas no meio do caminho.
Se " o caminho se faz ao caminhar", estou a faze-lo. Mas, e quando o caminhante se encontra perdido no meio da estrada? E se sente cansado, assustado e absolutamente só?
E assim estão os esquecidos pelo tempo, o tempo certo da vida. Aquele em que as coisas se tornam a definição do que se será, no hoje de mais um dia, na rotina certa, no estar fazendo parte do todo, aquele, que "é maior que a soma das partes".
Talvez a opção mais acertada, seja a de tentar sacudir a inércia do "mega hair" e voltar a caminhar. Preciso agora correr, mas gosto, correr é sentir o vento batendo nos cabelos e ver o lamento indo embora, os carros que passam, as pessoas que se vão, apressadas nas suas escolhas do dia a dia, enquanto fazemos nossas próprias, com todas as dúvidas, sem uma única esperança, (daquelas da juventude) e completamente sem sentido e direção.
Que eu apenas vá, enquanto o tempo se vai... Porque ele se vai . E se vai sem que se perceba, continuando a transformar o inesperado, o amanhã que não se sabe. Quais são as opções?
Ah, quanta saudade eu sinto dela, da juventude. Da sensação de que tudo ainda era possível. Que pena...
Quanto lamento, pois eu não sabia, que envelhecer é bom também, mas é perder aquele tantinho de sonho, é ver aparecer as marcas, no rosto, na pele, nas expressões e na alma.
Se ver em uma encruzilhada, não saber mais ao que pertence, não ter mais sua antiga"panelinha", mesmo tendo agora tantas e tão diversas, mas ainda assim distante de tudo o que sinto agora. Não estou cá, não estou lá, não fiz as escolhas certas, ou as fiz e as deixei agonizando sofridas no meio do caminho.
Se " o caminho se faz ao caminhar", estou a faze-lo. Mas, e quando o caminhante se encontra perdido no meio da estrada? E se sente cansado, assustado e absolutamente só?
E assim estão os esquecidos pelo tempo, o tempo certo da vida. Aquele em que as coisas se tornam a definição do que se será, no hoje de mais um dia, na rotina certa, no estar fazendo parte do todo, aquele, que "é maior que a soma das partes".
Talvez a opção mais acertada, seja a de tentar sacudir a inércia do "mega hair" e voltar a caminhar. Preciso agora correr, mas gosto, correr é sentir o vento batendo nos cabelos e ver o lamento indo embora, os carros que passam, as pessoas que se vão, apressadas nas suas escolhas do dia a dia, enquanto fazemos nossas próprias, com todas as dúvidas, sem uma única esperança, (daquelas da juventude) e completamente sem sentido e direção.
Que eu apenas vá, enquanto o tempo se vai... Porque ele se vai . E se vai sem que se perceba, continuando a transformar o inesperado, o amanhã que não se sabe. Quais são as opções?
quarta-feira, 5 de agosto de 2015
Eis o que quero...
Quero ser agente no mundo, deixar minhas
pegadas registradas, ainda que não seja a protagonista que sempre desejei ser,
quero estar nos palcos da vida, e fazer da minha principal característica,
aquilo que irá me definir. Então quero sempre poder ajudar, a cada quem e a
cada qual que a vida permitir que adentre esse meu caminho. Quero estabelecer
relações de trabalho, vínculos afetivos sempre verdadeiros, para que saiba
escrever a melhor reportagem a ser veiculada na sociedade em que estou
inserida, nessa verdade que resume em estar no aqui e agora, e viva, e “gracias
a la vida”.
Talvez a resposta que melhor defina a questão
esteja resumida em um poema que escrevi na adolescência, lá se foram 30 anos e
ele ainda a me explicar:
Viver de sonho...
Quão perto é a distinção da loucura.
Sou de pedra então, eu me condeno.
Que culpa tenho?
Se alada
é a tal realidade.
Se não ser é crueldade.
Se acreditar é lúdico e proibido
Prazer maior é covardia
Quero agitar essa Bahia
De sonhos e fantasia...
Quem sabe um dia realidade.
Quem sabe um dia...
Quero inundar de utopia os meus momentos
Quero dançar com sentimentos
Lançar delírios pelo vento
E amar ...
Sem saber do que se trata
Simplesmente amar sonhando
Simplesmente, mesmo “louca”
acreditando...
quinta-feira, 30 de julho de 2015
E Meu meu Plano de Comédia Romantica se Transforma em Tragédia Semântica!
A Treta sendo Treta, decidiu após o último toco que não mais iria permitir que seu complexo de tartaruga levasse a melhor. Explicando para quem ainda não sabe, sofro desse mal do mal que se caracteriza por: Toda vez, eu disse toda? Que me interesso por um "boy", outra aparece na jogada, a ex namorada, o grande amor da vida, um E.T, uma viagem, alguém engravida... Enfim, chego atrasada na corrida pelo coração do "boy". Tartaruga lesa! E ele nunca me escolhe.
Aconteceu recentemente e decidi que não! Chega! Não mais! Sou velha mas to na moda, sou interessante que eu sei, tenho zilhões de amigos que me amam, sou divertida e danço bem.
Então dessa vez vai ser diferente, ela apareceu, (porque aparece!), mas ele vai me escolher, nos moldes dos filmes de comédia romântica, em que o cara esta "mega" apaixonado em uma, mas na verdade é com a outra (no caso eu) que ele tem que ficar, porque ela (a outra, EU!) tem tudo muito mais a ver com ele.
A grande questão é que ele ainda não sabe, porque voltando a vida real, a coroa panicat apareceu no meio do lance e você já tinha feito umas "cagadinhas" e ele não teve a chance (ainda) de saber como você é super legal, e tem tudo a ver com ele. Pois é, no meio da investigação que a gente faz, porque faz e (sei que você também já investigou sua rival), descobre que ela é dessas, peitão, malhada, sarada, gostosa e cabelão! Poxa eu estava tãããão xexelenta.
Sem mais delongas vamos aos fatos. Decidi que ele não me escolheu porque não teve a chance, não foi porque o "sapatinho da Cinderela não serviu". Então tinha que fazer com que, ele tirasse aquela impressão da loucura "whatssapiana" que tive, (tive que meleca!) E me enxergasse de alguma maneira. A ideia era bem simples e eu achei sinceramente genial!
Um presente por semana, durante um mês ele receberia. A maioria deles seriam descomprometedores, nada que dissesse demais, apenas coisas diferentes, inusitadas, ou lindas,
Meu objetivo nunca foi danificar o "loverzinho" do boy. Só queria que... Ao final das quatro semanas, alguma coisa ficasse de: "Caraca" essa menina tem alguma coisa que vale super a pena descobrir o que é!"
Bora por o plano em prática! Comprei um carrossel, pintado a mão, lindo! Um carrossel de caixinha de música. Ah vá! Impossível um ser humano sensível no mundo que não se sentisse tocado com ele e consequentemente comigo.
Jogo a isca: Comprei um presente pra você! Não queria entregar, não que não estivesse doidinha para ver ele de novo. Mas queria mandar, porque exagerei na pegação de pé. Fiz tudo o que não se deve fazer para o sucesso da conquista, insisti, mandei mil "resenhas", fotos, vídeos, tudo.
Iam ser só os presentes agora, Um travesseiro, Um isqueiro, uma música, não pensei em todos, ia depender muito de cada reação. Reação essa que seria ignorada por mim até o fim do ultimo presente, onde receberia minha sentença!
Mas, faltava o endereço, nem todo jornalismo investigativo do mundo conseguia me dar o raio do número da residencia do "boy" em questão. Cheguei a pedir, ele estava reticente, mas disse que buscaria na terça, terça chegou, e nada, mandei whats (Ô tonta), nada. Taaaa... A idiota antecipou um dos presentes antes pensados e mandou um videozinho dançando, ao som de uma banda que ele me apresentou e super curti. Não vale nem mencionar a resposta...
Mas sou brasileira... Contando para uma amiga ela descobre que tem um amigo, super amigo em comum com ele. Bingo!
Não fui eu que "cantei" Bingo!
Porque to eu lá feliz, no bar da faculdade, curtindo ser eu e me divertindo horrores com meus amigos. De repente e não mais, um whats da criatura!!! Qué, Qué, Qué, Qué, Quéeeeeeeuuum!
Não vou transcrever literalmente por respeito, mas foi algo assim: Que loucura é essa? Quer estragar o meu romance? Não quero nada que me lembre você. Só quero a minha namorada agora. Agradeço mas, dispenso. Essa foi a melhor: Você está obcecada em me dar isso, se não fosse essa "pira" toda até ia buscar.
Agora ME imaginem, sentadinha na mesa do bar, cabeça baixa, tentando responder o que não se responde (como explicar sem um texto enorme que você só queria uma chance de mostrar quem é?). Ah ele ainda pediu "sem resenha" (essa frase foi exatamente a mesma). Hahahaha!Tenho que rir... A lágrima me vindo aos olhos! E o naufrágio da minha certeza de fazer a tentativa a que achava que tinha direito naufragar. Ah! e essa frase: Não sei o que é? Será que ele imaginou uma lingerie sexy? Uma bomba caseira? Veneno dentro de uma garrafa de vinho? Caaaaara, era só um carrossel, um idiota de um carrossel, simples, lindo, triste, feliz e inocente carrossel de caixinha de música pintado a mão. A dizer: Isso é tão único! Também somos!
Gosto muito da frase que diz: Não somos melhores nem piores que ninguém, mas somos individuais e únicos sim! Nada nem ninguém, nunca, vai ser igual a quem a gente é.
Pois bem, disse tchau! Ufa! Era o que me restava. Cheguei em casa, peguei a sacolinha do presente, abri no dente, tirei o carrossel da caixinha com vontade de jogar longe, mas, não, me controlei. Coloquei na minha mesinha de cabeceira, vesti meu pijama de presidiária (tenho um!!!!) rodei o carrossel e chorei!"
Tendo ao menos um pensamento, porque não me deixam ao menos provar esse "sapatinho?" Ele serve em miiiim! Ele ia servir e eu teria meu final feliz de comédia romântica, e ele viria de bike na chuva, e iria finalmente se declarar e eu seria a Cinderela! Ou não, mas nem a chance se saber? Ah vá universo!
Me deem agora um desconto, sou duplamente pisciana. Sei que posso não ser a Cinderela, sou a Dona Treta eu sei, mas acho que mereço meu final feliz!
Passou! Aquelas palavras me fizeram acordar do meu sonho encantado e olhar para minha bota com polaina. Não é de cristal, mas serve. Ela serve, eles ainda não sabem... Pena... Próximo!!!
Ps: Coloquei Megga Hair pra ficar com cabelão! Oh! My!
Aconteceu recentemente e decidi que não! Chega! Não mais! Sou velha mas to na moda, sou interessante que eu sei, tenho zilhões de amigos que me amam, sou divertida e danço bem.
Então dessa vez vai ser diferente, ela apareceu, (porque aparece!), mas ele vai me escolher, nos moldes dos filmes de comédia romântica, em que o cara esta "mega" apaixonado em uma, mas na verdade é com a outra (no caso eu) que ele tem que ficar, porque ela (a outra, EU!) tem tudo muito mais a ver com ele.
A grande questão é que ele ainda não sabe, porque voltando a vida real, a coroa panicat apareceu no meio do lance e você já tinha feito umas "cagadinhas" e ele não teve a chance (ainda) de saber como você é super legal, e tem tudo a ver com ele. Pois é, no meio da investigação que a gente faz, porque faz e (sei que você também já investigou sua rival), descobre que ela é dessas, peitão, malhada, sarada, gostosa e cabelão! Poxa eu estava tãããão xexelenta.
Sem mais delongas vamos aos fatos. Decidi que ele não me escolheu porque não teve a chance, não foi porque o "sapatinho da Cinderela não serviu". Então tinha que fazer com que, ele tirasse aquela impressão da loucura "whatssapiana" que tive, (tive que meleca!) E me enxergasse de alguma maneira. A ideia era bem simples e eu achei sinceramente genial!
Um presente por semana, durante um mês ele receberia. A maioria deles seriam descomprometedores, nada que dissesse demais, apenas coisas diferentes, inusitadas, ou lindas,
Meu objetivo nunca foi danificar o "loverzinho" do boy. Só queria que... Ao final das quatro semanas, alguma coisa ficasse de: "Caraca" essa menina tem alguma coisa que vale super a pena descobrir o que é!"
Bora por o plano em prática! Comprei um carrossel, pintado a mão, lindo! Um carrossel de caixinha de música. Ah vá! Impossível um ser humano sensível no mundo que não se sentisse tocado com ele e consequentemente comigo.
Jogo a isca: Comprei um presente pra você! Não queria entregar, não que não estivesse doidinha para ver ele de novo. Mas queria mandar, porque exagerei na pegação de pé. Fiz tudo o que não se deve fazer para o sucesso da conquista, insisti, mandei mil "resenhas", fotos, vídeos, tudo.
Iam ser só os presentes agora, Um travesseiro, Um isqueiro, uma música, não pensei em todos, ia depender muito de cada reação. Reação essa que seria ignorada por mim até o fim do ultimo presente, onde receberia minha sentença!
Mas, faltava o endereço, nem todo jornalismo investigativo do mundo conseguia me dar o raio do número da residencia do "boy" em questão. Cheguei a pedir, ele estava reticente, mas disse que buscaria na terça, terça chegou, e nada, mandei whats (Ô tonta), nada. Taaaa... A idiota antecipou um dos presentes antes pensados e mandou um videozinho dançando, ao som de uma banda que ele me apresentou e super curti. Não vale nem mencionar a resposta...
Mas sou brasileira... Contando para uma amiga ela descobre que tem um amigo, super amigo em comum com ele. Bingo!
Não fui eu que "cantei" Bingo!
Porque to eu lá feliz, no bar da faculdade, curtindo ser eu e me divertindo horrores com meus amigos. De repente e não mais, um whats da criatura!!! Qué, Qué, Qué, Qué, Quéeeeeeeuuum!
Não vou transcrever literalmente por respeito, mas foi algo assim: Que loucura é essa? Quer estragar o meu romance? Não quero nada que me lembre você. Só quero a minha namorada agora. Agradeço mas, dispenso. Essa foi a melhor: Você está obcecada em me dar isso, se não fosse essa "pira" toda até ia buscar.
Agora ME imaginem, sentadinha na mesa do bar, cabeça baixa, tentando responder o que não se responde (como explicar sem um texto enorme que você só queria uma chance de mostrar quem é?). Ah ele ainda pediu "sem resenha" (essa frase foi exatamente a mesma). Hahahaha!Tenho que rir... A lágrima me vindo aos olhos! E o naufrágio da minha certeza de fazer a tentativa a que achava que tinha direito naufragar. Ah! e essa frase: Não sei o que é? Será que ele imaginou uma lingerie sexy? Uma bomba caseira? Veneno dentro de uma garrafa de vinho? Caaaaara, era só um carrossel, um idiota de um carrossel, simples, lindo, triste, feliz e inocente carrossel de caixinha de música pintado a mão. A dizer: Isso é tão único! Também somos!
Gosto muito da frase que diz: Não somos melhores nem piores que ninguém, mas somos individuais e únicos sim! Nada nem ninguém, nunca, vai ser igual a quem a gente é.
Pois bem, disse tchau! Ufa! Era o que me restava. Cheguei em casa, peguei a sacolinha do presente, abri no dente, tirei o carrossel da caixinha com vontade de jogar longe, mas, não, me controlei. Coloquei na minha mesinha de cabeceira, vesti meu pijama de presidiária (tenho um!!!!) rodei o carrossel e chorei!"
Tendo ao menos um pensamento, porque não me deixam ao menos provar esse "sapatinho?" Ele serve em miiiim! Ele ia servir e eu teria meu final feliz de comédia romântica, e ele viria de bike na chuva, e iria finalmente se declarar e eu seria a Cinderela! Ou não, mas nem a chance se saber? Ah vá universo!
Me deem agora um desconto, sou duplamente pisciana. Sei que posso não ser a Cinderela, sou a Dona Treta eu sei, mas acho que mereço meu final feliz!
Passou! Aquelas palavras me fizeram acordar do meu sonho encantado e olhar para minha bota com polaina. Não é de cristal, mas serve. Ela serve, eles ainda não sabem... Pena... Próximo!!!
Ps: Coloquei Megga Hair pra ficar com cabelão! Oh! My!
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