Só sei viver no intensamente, dividir sempre, um sanduíche, a última cerveja, ou um pedaço de pão. Por inteiro, ofereço meu coração. As vezes confuso e machucado, mas nunca distante, daquele que nele faz morada constante. Não gosto de ver o "sofrer" e sempre acho que posso fazer, nem sempre consigo, mas nunca desisto.
Não sou palhaço, mas sei saber se-lo, não por profunda felicidade, as vezes por dor ou, intuição e saudade... Muita, do que poderia ter sido. Não sou, não tenho, apenas existo.
Maluca? De pedra, e quem terá a coragem de atirar alguma? Estamos todos nesse "manicômio", somos todos, em estado e suma.
Não me escondo nem desapareço, mas pago um alto preço por ser quem sou. Sou devedora por disseminar amor. E se devo, não nego e sempre pagarei guando puder, estou aberta ao que der, a quem vier e interessar possa, nada será coisa só minha, tudo serão, a partir de então, coisas nossas.
Defeitos muitos tenho, medo do medo medonho, colecionadora de sonhos, solicitude em demasia, resignação, não sei ouvir e morro um pouco em dizer não.
Exagerada, a "Negra drama", fazer piada do que machucou, fazer piada pra esconder a dor.
Eis o que sou! Eis o que estou!
E apesar e além, e "sobre tudo", tenho por companheira a solidão é por ela que mais choro ( e olha que o choro é livre), e é ela a me rondar, com seu beijo de Judas, me faz querer gritar: ajuda!
De certa forma me faz companhia, que ironia, e danço com ela meu pas de deux, estou a sua mercê. Por ser inevitável um dia, quem sabe a aceitação. Por mais que se seja Dona da Treta, ainda não sei "tretar" com a solidão.
Não sou palhaço, mas sei saber se-lo, não por profunda felicidade, as vezes por dor ou, intuição e saudade... Muita, do que poderia ter sido. Não sou, não tenho, apenas existo.
Maluca? De pedra, e quem terá a coragem de atirar alguma? Estamos todos nesse "manicômio", somos todos, em estado e suma.
Não me escondo nem desapareço, mas pago um alto preço por ser quem sou. Sou devedora por disseminar amor. E se devo, não nego e sempre pagarei guando puder, estou aberta ao que der, a quem vier e interessar possa, nada será coisa só minha, tudo serão, a partir de então, coisas nossas.
Defeitos muitos tenho, medo do medo medonho, colecionadora de sonhos, solicitude em demasia, resignação, não sei ouvir e morro um pouco em dizer não.
Exagerada, a "Negra drama", fazer piada do que machucou, fazer piada pra esconder a dor.
Eis o que sou! Eis o que estou!
E apesar e além, e "sobre tudo", tenho por companheira a solidão é por ela que mais choro ( e olha que o choro é livre), e é ela a me rondar, com seu beijo de Judas, me faz querer gritar: ajuda!
De certa forma me faz companhia, que ironia, e danço com ela meu pas de deux, estou a sua mercê. Por ser inevitável um dia, quem sabe a aceitação. Por mais que se seja Dona da Treta, ainda não sei "tretar" com a solidão.